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Semana de carnaval acabou.  O ano finalmente vai começar. Para mim somente em março ele deslancha, no dia em que o sol entra no signo de Áries e astrologicamente tudo se inicia. Como ariana que sou, meu ano vira mesmo em março. Mas fevereiro é mês de organizar, planejar e sonhar com um 2012 de objetivos atingidos.

Sempre tenho o hábito de rezar e pedir para Deus, pro Universo, como preferir o leitor, sonhos que tragam respostas. E no dia 2 de janeiro acordei com uma certeza, vou realizar um grande desejo. Cozinho desde os 10, 11 anos de idade. Comida pra mim nāo é somente alimento, é e sempre foi um dos meus assuntos prediletos. Este blog surgiu com alguns intuitos, deixar a alma falar, mostrar fotos e comentários de viagens e principalmente compartilhar receitas. Tantos amigos em conversas e jantares me pediam, “Hum, me passa esta receita?”. Voltando ao sonho. Acordei com a vontade transformada em plano – vou estudar para deixar de cozinhar empiricamente, pesquisando em algum dos meus mais de 100 livros de culinária, blogs e afins e vou para a escola, aprender direitinho a manejar facas, saber as técnicas. Gosto da comidinha que faço, mas sempre dá para melhorar. E me inscrevi em um curso de Chef de Cozinha, com duração de um ano.

Cresci vendo minha mãe e minha avó paterna cozinharem. Para mim a comida feita com carinho fala. Ela conta histórias, traz lembranças, evoca sentimentos e momentos. Como boa descendente de italianos, espanhóis e sírios, povos com tradição culinária, não consigo comer qualquer coisa, sou cri cri com comida feita de qualquer maneira e sonho com temperos e aromas.

Prometo não colocar somente receitas naturebas (uma amiga me disse que vou morrer engasgada com uma semente de linhaça, tamanha a minha tendência a ortorexia, rsrsrs). Sim, vou postar as fotos das comidinhas, quem sabe vídeos. Restaurantes, buffets, estão absolutamente fora dos planos no momento. E como sonhar é sempre bom, quem sabe aulas, livros e até aparições no you tube e na TV poderão vir? Quero que meus amigos e leitores leiam as receitas, fiquem com água na boca e digam “acho que esta receita eu consigo fazer”. E quando você menos esperar, estará com um prato lindo nas mãos, de olhos fechados, sorrindo, sentindo o aroma e orgulhosamente dizendo pra si mesmo – sim, fui em quem fiz!

Beijos e até a próxima receita!

Ando refletindo muito sobre o que se tornou a infância. Penso na minha rotina lá atrás. Primeiras lembranças são de ir a algum parque com a minha mãe e meu irmão pela manhã, comer uma comidinha boa no almoço e ir para a tia Lilian a tarde, uma escolinha minúscula e maravilhosa. Na volta deliciosos episódios de sítio do pica pau, talvez alguma novela das 6 (nao me marcaram, com exceção de Meu Pé de Laranja Lima), banho, jantar e cama. A colcha laranja do quarto em que dormia com meu irmão nunca me saiu da cabeça. Por vezes brincávamos no térreo do prédio que só tinha uma balança. O prédio tinha muitas crianças. Foi uma infância felicíssima!

Crescemos, fomos sócios por mais de um ano do clube dos estudantes de medicina, não me lembro se era da Escola Paulista ou da Pinheiros. Eu tinha 7, 8 anos. Lá praticávamos esportes, eu nadava, e tinha uma aula divertida de ginástica. Logo depois fomos para o Paineiras, eu fazia ballet, ginástica olímpica (só fiz uns 6 meses) e natação e depois almoçava e ia para o Sao Luis. Mais para frente começaram os treinos da equipe de natação e eu tive que sair do ballet. Treinava 2h30 por dia. Ficava tão cansada. Achava puxado, mas não tinha trânsito, sabia que chegaria na escola. A tensão de hoje não existia.

Ontem fui buscar minha filhota na escola. Ela estuda até as 3h15, almoça na escola e tem 6 anos. Vi um garotinho desesperado “Para onde eu tenho que ir, garagem ou lá fora, estou preocupado, minha aula de natação é às 15h30.” Me cortou o coração, de verdade, estas crianças de 6, 7 anos cheias de atividade e já com aflição de perder a hora. Não excluo minha filha deste grupo, ela faz ballet e piano, e sim, acorda correndo, tem tempo cronometrado pra tudo. Resolvi este ano deixá-la mais solta, senti o stress infantil rondando minha casa. Ela estava arredia, chorava e ficava pensando que atividade extra teria amanhã. Não vou privá-la de aprender a tocar um instrumento, dançar, praticar um esporte, há uma linha tênue entre o excesso de atividades e a chance de desenvolver um talento ou apenas ser uma pessoa com diversas habilidades. Aproveitei todas as chances que tive na vida – dancei muito, aprendi inglês, francês, estudei muito também fora da escola.

Sempre ocupei cada janelinha de tempo do meu dia. Até hoje sou assim – fotos, joias, o blog, as crianças, o pilates, o jazz, a ginástica, cozinhar, ainda tenho o resquício da adolescência de querer abraçar o mundo. Mas às vezes dói, mesmo, nervosismo e cansaço são sinais claros da hora de desacelerar. E temos que observar nossos filhos, eles também sofrem de exaustão.

Como fotógrafa faço muitas fotos de criança, tenho de verdade um pé no mundo deles. Me sinto meio lá, meio cá. Me aproximo deles com facilidade. E com esta sensibilidade, vejo muitas vezes crianças exaustas, são aqueles que pouco sorriem, ficam de braços cruzados, se irritam por qualquer coisa. Eles estão cansados, precisando de carinho, de colo de mãe, e não de mais aulas para se tornarem grandes esportistas, ou falarem 10 línguas. São crianças que mal tem tempo de brincar…

A infância é muito curta. Com 15, 16 anos, já ficou para trás. Criança tem que correr, pintar, se sujar, correr atrás de bicho, nadar. Não tem que ir a todas as festinhas do mundo, não tem que fazer aula de toda e qualquer atividade que tiver por perto. Sou contra a maior parte dos preceitos da Mãe Tigre. Para quem não leu o Hino da Mãe Tigre, ela é uma maluca americana/chinesa que se acha a “tal” da disciplina e oprimia as filhas para elas serem grandes concertistas de piano e violino. Vale a pena ler para fazer bem diferente dela.

Exageros a parte, temos que oferecer oportunidades, dar a chance de nossos filhos serem adultos responsáveis e habilidosos, nada de deixar tudo para quando crescerem, aprender uma língua por exemplo é comprovadamente mais fácil se ela for inserida antes dos 7 anos. Mas não podemos querer competir com o vizinho para ver qual filho é mais ocupado. Outro dia em uma conversa, uma mãe despejou sobre mim as incríveis quantidades extras de atividade que suas super filhas fazem. Ela está mais para mãe tigre que eu… Não a invejo, tem muitas famílias que não tem tempo de serem felizes, porque estão todos muito ocupados. E mal percebem como é bom estar com seus filhos sem nenhuma super atividade programada.

E viva o caminho do meio… às vezes a gente sai um pouco dele, mas o importante é sempre tentar voltar. Com paciência, com harmonia, com carinho, este sim, a melhor vitamina para nossos filhos crescerem valorosos e felizes, a gente chega lá.

Pele bonita 2

Domingo a noite… Eu exausta, fui a casa de uns amigos jantar. Minha amiga, uma super executiva, olha pra mim e fala – Menina o que você faz para ter esta pele?  Nao acho minha pele nada de espetacular, acho bonita, mas com 38 anos o que se destaca é que está realmente bem cuidada.

O maior segredo para mim sempre é o sono, este anda meio prejudicado. As 8, 9 horas deram lugar a quase 7. Mas tá indo. Outra coisa que ajuda – parei com o refrigerante e na maior parte do tempo me alimento bem naturebinha mesmo.

Os segredos (que não são exatamente tão misteriosos).

- Agua com gotas de limão em jejum

- Suco de couve de manha – na centrifuga com uma maça verde ou pera

- Mingau de leite de soja, com flocos de amaranto, flocos de quinoa e flocos de aveia

- Agua ou cha verde o dia todo

- Vitamina sob medida preparada pela nutricionista

- Nada de refrigerante, esta noite por acaso sonhei com uma coca light. To quase há um ano zerada, mas se me der vontade qualquer hora eu tomo uma latinha de veneno

- Pouco alcool e fritura

- Exercicios variados, sempre

- Lavo o rosto de 2 a 3x ao dia. Passo vitamina C da Dermage, creme de olhos Densitium, filtro solar Shiseido Anessa de manha (maravilhoso), seguido de pó Shiseido com filtro solar

- A noite, alterno acido preparado pela Dr Mara Aveiro com Creme Anti Idade da Dermage

- Vez ou outra, como não tenho pele oleosa aplico um oleo da L’Occitane, o Immortelle. Principalmente quando acho que a pele está desvitalizada

- Seco os vasinhos do nariz com laser, botox entre as sobrancelhas uma ou duas vezes por ano, só para nao marcar – nao estou a cara da Nicole Kidman, juro

- De resto, desmarquei a limpeza de pele tres vezes este ano, nao tá dando tempo de fazer máscaras que adoro…

Tentando manter o bom humor mesmo correndo como louca. E morrendo de vontade de voltar para a yoga, esta sim, uma maravilha para a alma e consequentemente para a pele.

Esfera

Os dias passam tão rapido. Tenho vontade de agarrar o tempo com as mãos, olhá-lo bem de perto, com olhos de criança curiosa que sempre vou ter.

Fecho os olhos e sonho. Olhando este tempo, quero ver nele minha história, minha vida. Uma esfera espelhada, com fotografias de todos momentos vividos. Posso tocá-los, e então no céu se abre um lindo carrossel, e nele passeiam as pessoas daquele dia da minha vida. O sorriso doce e a pele macia da minha mãe, os olhos brilhantes e azuis do meu pai. As traquinagens do meu irmão loirinho, e eu tão sonhadora, tão a parte deste mundo terreno. A infância feliz.

Num outro momento, em outra parte da esfera, o primeiro amor, o coração disparado, a inocência da juventude… parece vinda de outra vida. Em mais um, o festival da coreografia da 8ª serie, os ensaios, a escolha das roupas, das músicas. A vitória, o eco das vozes vibrando no ginásio do colégio Sao Luis. O abraço das amigas, Ana Claudia, Ana Maria, Carola, Daniela Cury, Estela, Fru, Vivi.

A esfera roda, aumenta, esquenta, entro dentro dela. A música Babylon de David Carbonara toca. Ando pelas quadras, escadas e salas do Colégio no ano de 1987. Vejo meus amigos, ouço seus pensamentos, seus sonhos e aflições. Com muito amor beijo e abraço cada um deles, parte da minha vida.

Saio de lá e ando no tempo até a rede de volei do Guaruja. Entro no mar fresco, e subo, vôo pelo ano de 1988, 1989. Vejo tantas pessoas queridas, muitas que jamais revi, nunca soube delas. Jogo rugby nas areias geladas, dou risada e vejo outros amores daqueles tempos. Noites a beira mar, a inocência dos meus 16, 17 anos. As viagens amadas para Itaparica onde eu me sentia num paraíso.

Rapidamente vejo ao som de Roxette o ballet, o cursinho, a faculdade, mais amigos, mais emoção, mais amor, intensidade, de menina a adulta.

Em seguida, os anos de trabalho no banco, as infinitas viagens, a sensação de descobrir o mundo, desbravá-lo, sem temer, sem fraquejar. Morar sozinha em NY sem conhecer ninguém, encontrar pessoas novas, trabalhar, trabalhar. Luta para provar ao ego que o corpo e a mente são fortes. Luta para calar o coração e a alma.

Algum grito me puxa para fora da esfera. Ela perde o efeito, e eu choro, estico os braços e imploro por mais alguns momentos. No céu as nuvens se movem de maneira estranha, rápidas, algumas são espelhos também. Nelas vejo os olhos do Marcelo, o amor da minha vida, ele me chama, subo até lá e de mãos dadas olhamos a esfera do tempo. Nela vemos nosso namoro, nosso casamento, vemos o nascimento da Victoria, a emoção de tê-la em nossas vidas, a magia de nos tornarmos pai e mãe. De um momento para outro mudou tudo. A sensação de trazê-la para nosssas vidas ou foi ela quem nos trouxe para a vida dela? Seus sorrisos, sua bondade e doçura, sua imensa alegira. Já é 2006, o nascimento do Marcelinho. Mais emoção, como bate o coração. Os primeiros anos dele, suas gargalhadas tão deliciosas, seu carinho, seus abraços com os bracinhos gordos. Algumas pequenas dificuldades e as imensas alegrias.

De repente, a esfera se apaga. Acordo do sonho, um sentimento de alegria, de vida vivida invade meu coração. Uma saudades tão grande de tantos que amo e pouco vejo. Lembro da correria de todos os dias. Da falta de sossego da alma em uma cidade em que “pseudo precisamos” de tanto para viver. Vamos correndo atrás dos desejos, necessidades do corpo, da matéria. Mas nos sonhos, sempre nos sonhos, não precisamos de posses, só precisamos ser alma. Só precisamos de emoção, do coração, e podemos voar, podemos ir e vir no carrossel da vida, e nele podemos ver todos que amamos. Não há barreiras, não há transito, compromisso, não há nada nos impedindo de voar, andar, correr, dançar.

Já é tarde, hoje vou sonhar com algum momento que a esfera espelhada vai mostrar. Vou ver seres amados no meu carrossel. E vou acordar feliz, com um sorriso nos lábios, pois minha alma sabe, há muito mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia.

Potinho de banana

Esta semana com o friozinho que chegou inesperadamente, me dá ainda mais vontade de comer coisinhas quentinhas, “confort foods”. Rapidinho fiz um chá de gengibre, canela, cravo, cardamomo, cascas de laranja, maça desidratada. E para dar uma aquecida no estomago, um potinho de banana quentinha.

Ingredientes

1 banana madura

1 pitada de gengibre

1 pitada de canela

1 pitada de cravo em pó

3 colheres de sopa de leite de coco light

amendoas lascadas para decorar

Preparo

Coloque a banana num pote refratário para suflê pequeno. Salpique os temperos. Coloque o leite de coco.

Leve para assar. Eu uso o forninho elétrico, leva de 10 a 15 minutos para virar uma deliciosa sobremesa ou lanche da tarde. Se quiser salpique amêndoas lascadas torradas por cima! Enjoy!

Fiquei muito emocionada com o nascimento da querida e aguardada filha Sofia de meu primo. Minha prima passou meses em repouso e todos acompanhamos as cenas desta história. Estão as duas saudáveis e ótimas!

E me lembrei de nós primos Constantini pequenos, me lembrei de nossos apartamentos, de como era tudo tão simples e aconchegante.

Meu tio, único irmão da minha mãe, um empresário que na verdade e na essência sempre foi poeta, pintor e músico. Um homem lindo, por dentro e por fora, sofrido, sensível, com olhos penetrantes, uma pele morena, dentes muito brancos e uma  voz e gargalhadas inconfundíveis. Às vezes paro para pensar se o vi mais chorando ou sorrindo. Lembro dele sem camisa, no sítio ou no calor de Ribeirão Preto, segurando o violão tocando Chico Buarque, especialmente João e Maria, tocando Gal, Betania e Elis. Sua casa, sempre com música, frutas lindas e doces, alegre, vibrante.

Minha tia, a delicadeza em pessoa, sua voz suave, risada deliciosa, uma mulher que sempre pareceu uma flor. E teve por destino 3 filhos e 6 sobrinhos homens e de menina somente euzinha. Nunca me esqueço de um dia que ela me levou ao shopping para escolher o meu presente de Natal, eu devia ter uns 11, 12 anos. Uma bermuda branca listrada de cinza e uma blusa vermelha. Amei, jamais me esqueci do presente e ainda mais do gesto. Nas vésperas do meu casamento, ela me trouxe sais de banho para eu relaxar. Penso nela e me vêem a palavra carinho.

Minha mãe perdeu a mãe muito cedo, aos 12 anos, meu tio tinha 14. Meu avô, impulsivo e egoísta, que Deus o tenha, separou os irmãos. Deixou minha mãe na casa da Santa Sofia e Seu Magid, avós maternos, sírios, muito ternos e cuidadores. Levou meu tio para a casa dos avós italianos, Francesco e Domenica. Mais duros, mais intelectualizados. Por mais que tente, não consigo imaginar como foi a vida da pequena Vera e do pequeno Roberto após perderem sua mãe querida não poderem ficar juntos na escuridão da noite. Meu avô ainda se casou logo depois com uma mulher que não aceitava minha mãe e meu tio. Mamãe muito Polyanamente, sempre lembrando das coisas boas, mas já a vi chorar muitas vezes lembrando de sua mãe que tão cedo partira, e de como ficar longe do meu tio foi penoso. Tio Be, tantas vezes já chorou e nos fez chorar contando mil e uma histórias de sua infância e adolescência.

A vida sorriu muito para eles depois. Apesar de doenças e superações por que passaram, tiveram seus filhos e formaram 2 famílias muito unidas, tem netos, vida, vida, vida!

E hoje, com lágrimas nos olhos me lembro das nossas idas ao sítio, da piscina na frente da casa tão simples, com as bóias de borracha pretas… dos fusquinhas em que andávamos, das bicicletas que passavam de um pra outro. E me deu uma saudades imensa… uma saudades de um tempo que não volta mais, e momentos que na época eram apenas a nossa vida e que hoje são tão perfeitos em minha lembrança.

Vem João e Maria de Chico na minha cabeça, “Agora eu era o herói…”, sentia a tristeza desta música desde pequena, uma apologia a infância e inocência, hoje ela faz todo sentido, mas ela dói de maneira diferente. Dói porque minha infância não vai mais voltar… e eu não sou mais “a princesa que fiz coroar” e sim, talvez “o louco a perguntar o que é que a vida vai fazer de mim”. Saudades imensa de ser apenas, pequenina.

Faço o mix de sementes umas duas vezes por semana, utilizo nas sopas, nas saladas, as crianças gostam, dá um charme nas refeições. Cada vez agrego um novo ingrediente, a de hoje ficou realmente deliciosa!

Ingredientes

1/2 xícara de amêndoas em lascas cruas

1/2 xícara de sementes de girassol cruas

1/2 xícara de sementes de abóbora sem casca cruas

1 colher de sopa de agave

1 colher de sobremesa de azeite de oliva extra virgem

1 colher de sobremesa de casquinha de laranja (usei a da Bombay Company)

1 colher de sopa de Agave

Sal a gosto

Preparo:

1) Coloque as sementes em uma assadeira pequena (uso o forninho elétrico).

2) Adicione a casquinha de laranja, o sal, azeite e agave

3) Misture tudo com uma colher de pau e espalhe pela assadeira

4) Asse em forno médio até ficar levemente tostada

5) Deixe esfriar e conserve na geladeira

Ela fica meio grudadinha mesmo. Coloque com moderação (elas são saudáveis mas muito calóricas) nas sopas e saladas.

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